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domingo, 6 de junho de 2010

COMO ESCAPAR DO INFERNO??

O inferno tem muitos nomes
O que nos espera após a morte? Lorle Louis crê que tudo será agradável. Provavelmente "veremos" de novo aqueles que tiveram grande significado em nossa vida. Lorle Louis saiu de sua igreja. Ela afirma ter-se tornado mais religiosa à medida que se afastava da igreja. Como Elisabeth Kübler-Ross (famosa pesquisadora de experiências de quase-morte – N.R.), Lorle Louis crê num ciclo contínuo: "Já passamos por centenas de vidas e ainda temos muitas diante de nós". Ser muito materialista poderia influenciar a paz da alma, afirma ela. E isto seria provavelmente o que chamamos de inferno. "Mas também deveres não-cumpridos e sentimentos de culpa podem ser um inferno". Até mesmo as cartas que deveríamos ter escrito e não escrevemos, acrescenta Suzanne Morley – além das experiências na vida que poderíamos ter tido e deixamos de vivenciar. Ela imagina que, acima de tudo, após a morte haverá descanso.

A Bíblia nos adverte insistentemente sobre o perigo do auto-engano. Lemos, por exemplo, em 1 Coríntios 3.18-20: "Ninguém se engane a si mesmo: se alguém dentre vós se tem por sábio neste século, faça-se estulto para se tornar sábio. Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; porquanto está escrito: Ele apanha os sábios na própria astúcia deles. E outra vez: O Senhor conhece os pensamentos dos sábios, que são pensamentos vãos" (compare também Gl 6.3 e Tg 1.22). Além disso, somos advertidos a não nos deixarmos ludibriar por palavras enganadoras ou humanamente lógicas: "Assim digo para que ninguém vos engane com raciocínios falazes" (Cl 2.4). E, finalmente, nos é mostrado que o pecado nos engana, levando-nos a pensar que somos sábios em todas as nossas próprias opiniões: "Porque o pecado, prevalecendo-se do mandamento, pelo mesmo mandamento, me enganou e me matou" (Rm 7.11).
As palavras do comentário acima citado soam benévolas e sábias. Elas são uma tentativa humana de explicar a morte e o inferno. Mas será que elas são verdadeiras ou se trata de um auto-engano? A Bíblia relata algo bem diferente sobre a morte e o além. Aquele que se afastar da comunhão com cristãos sinceros certamente não se tornará mais piedoso, biblicamente falando. Antes, pelo contrário, somos exortados: "Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima" (Hb 10.25).
A Palavra de Deus não ensina que após a morte tudo será agradável e que haverá descanso para aqueles que não creram em Jesus, que não O seguiram enquanto viviam. Pelo contrário. Em Apocalipse 14.11 está escrito que, após a morte, os ímpios não terão descanso nem de dia nem de noite, de eternidade a eternidade.
Além disso, de forma nenhuma a Bíblia ensina que já vivemos centenas de vidas e ainda temos muitas vidas pela frente. Ao contrário, lemos em Hebreus 9.27: "E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo."
O conceito bíblico de "inferno" também não se refere apenas à perda da paz de espírito, aos sentimentos decorrentes de um dever não-cumprido, ao sentimento de culpa ou às cartas que deveríamos ter escrito. Não, o inferno ou o lago de fogo é a conseqüência da decisão de não receber Jesus em sua vida (Jo 1.12 e At 17.30) e, por isso, não estar inscrito no livro da vida: "E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo" (Ap 20.15).


 Talvez as explanações do artigo citado nos impressionem, mas a Bíblia diz que somente a verdade, e não o auto-engano, nos libertará. O que adianta chegar a conclusões aparentemente sensatas e lógicas, mas enganosas, e terminar sua vida no inferno? Não deveríamos nos satisfazer com os raciocínios dos homens nem tentar nos tranqüilizar com eles, mas buscar também a posição bíblica, para só então tomar a decisão certa. Pois, a mensagem da Bíblia não fala só do inferno. Ela nos oferece o caminho da salvação e da esperança. Ela nos abre um futuro maravilhoso e oferece paz verdadeira e tranqüilizadora para a alma. É a vontade expressa de Deus não ver nenhuma pessoa no inferno. Muito pelo contrário, Ele deseja "que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade" (1 Tm 2.4), para que possa levá-los ao Seu reino, em Sua presença na casa de Seu Pai. Ali as moradas já estão preparadas (Jo 14.1-6). Jesus veio e tomou sobre Si o juízo que merecíamos por causa da culpa dos nossos pecados para que pudéssemos fugir do juízo de Deus. Ele carregou os nossos pecados e nos oferece o Seu perdão! Por isso o homem pode escolher entre duas verdades que a Bíblia nos apresenta: "Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus" (Jo 3.36). "Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida" (Jo 5.24). A decisão por Jesus, a fé nEle, é o caminho certo, a saída do auto-engano para a certeza da salvação.

O Sentido da Vida...

...sempre preocupou a humanidade. "Por que vivo?", "Qual a razão da vida?", "Qual o objetivo de viver?"
Mary Roberts Rinehart disse sobre o sentido da vida: "Um pouco de trabalho, um pouco de sono, um pouco de amor, e tudo acabou." • Edmund Cooke afirmou: "Nunca vivemos, mas sempre temos a expectativa da vida." • Colton: "A alma vive aqui como numa prisão e é liberta apenas pela morte." • Shakespeare: "Viver é uma sombra ambulante." • R. Campbell: "Viver é um corredor empoeirado, fechado de ambos os lados." • Rivarol: "Viver significa pensar sobre o passado, lamentar sobre o presente e tremer diante do futuro."
Será que todas essas não são afirmações bastante amargas e desanimadoras sobre o sentido da vida? Parece que todos falam apenas de existir e não de viver verdadeiramente.
Jesus tocou no âmago da questão ao dizer: "Eu sou... a vida" (João 14.6). Por isso o apóstolo Paulo escreveu sobre o sentido da sua vida: "Porquanto, para mim o viver é Cristo" (Filipenses 1.21). Por isso, também o apóstolo João começou sua primeira epístola com as palavras: "O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida (e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada)" (1 João 1.1-2).
Uma revista esportiva resumiu da seguinte forma a vida de um famoso ex-treinador e comentarista esportivo:
Eu acreditava que 20 anos de fama bastariam... talvez ganhar três campeonatos e então, no auge, com 53/54 anos, parar... Depois eu pretendia recuperar tudo o que tinha perdido, por causa do muito tempo que estive viajando... Agora tudo parece tão sem sentido... Mas aquela ânsia incontrolável de conquistar o mundo não podia ser freada... Ao se ficar doente, chega-se à conclusão: "o esporte não significa mais nada" – esse pensamento é simplesmente terrível.
Alguém disse certa vez: "Qual o significado da vida, quando ela se torna ‘antigamente’?" Sem Jesus, que é a vida em todo o seu significado presente e eterno, a vida na terra oferece no máximo "sucesso vazio", e mesmo esse se esvai no final como areia entre os dedos. Por isso, dê ouvidos à voz de Jesus, que resume o sentido da vida numa única frase: "E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17.3).

sexta-feira, 30 de abril de 2010

ANGEOLOGIA BÍBLICA

Angeologia Bíblica


1. Introdução

       Ao nosso redor há um mundo espiritual poderoso, populoso e de recursos superiores ao nosso mundo visível. Bons e Maus espíritos passam em nosso meio, de um lugar para o outro, com grande rapidez e movimentos imperceptíveis. Alguns desses espíritos se interessam pelo nosso bem estar, outros porém, estão empenhados em fazer-nos o mal. Muitas pessoas questionam se existem realmente tais espíritos ou seres, quem são, onde se encontram e o que fazem.
       A palavra de Deus é a única fonte de informação que merece confiança, e que possui respostas para estas perguntas. Ela deixa claro que há outra classe de seres superiores ao homem. Esses seres habitam nos céus e formam os exércitos celestiais, a inumerável companhia dos servos invisíveis de Deus. Esses são os anjos de Deus, os quais estão sujeitos ao governo divino, e o importante papel que têm desempenhado na história da humanidade torna-os merecedores de referência especial. Existem também aqueles, pertencentes a mesma classe de seres, que anteriormente foram servos de Deus mas que agora se encontram em atitude de rebelião contra seu governo.
       A doutrina dos anjos segue logicamente a doutrina de Deus, pois os anjos são fundamentalmente os ministros da providência de Deus. Essa doutrina permite-nos conhecer a origem, existência, natureza, queda, classificação, obra e destino dos anjos.

2. A origem dos anjos

        A época de sua criação não é indicada com precisão em parte alguma, mas é provável que tenha se dado juntamente com a criação dos céus (Gn 1:1 ). Pode ser que tenham sido criados por Deus imediatamente após a criação dos céus e antes da criação da terra, pois de acordo com Jó 38:4-7, rejubilavam todos os filhos de Deus quando Ele lançava os fundamentos da terra. Que os anjos não existem desde a eternidade é mostrado pelos versículos que falam de sua criação ( Ne 9:6 , Sl 148:2,5; Cl 1:16 ). Embora não seja citado número definido na Bíblia, acredita-se que a quantidade de anjos é muito grande ( Dn 7:10; Mt 26:53; Hb 12:22 ).

3. A natureza dos anjos

3.1- São seres espirituais e incorpóreos.
       Os anjos são descritos espíritos, porque diferentes dos homens, eles não estão limitados às condições naturais e físicas. Aparecem e desaparecem, e movimenta-se com uma rapidez imperceptível sem usar meios naturais. Apesar de serem espíritos, têm o poder de assumir a forma de corpos humanos a fim de tornar visível sua presença aos sentidos do homem (Gn 19:1-3).
       Que os anjos são incorpóreos está claro em Ef 6.12, onde Paulo diz que "a nossa luta não é contra a carne nem sangue, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes". Outras referências: Sl 104:4; Hb 1:7,14; At 19:12; Lc 7:21; 8:2; 11:26; Mt 8:16; 12.45. Não têm carne nem ossos e são invisíveis ( Cl 1:16 ).
3.2- São um exército e não uma raça.
       As Escrituras ensinam que o casamento não é da ordem ou do plano de Deus para os anjos (Mt 22:30; Lc 20:34 -36 ), portanto não se caracteriza uma raça. No Velho Testamento por cinco vezes os anjos são chamados de "filhos de Deus" ( Gn 6:2,4; Jó 1:6; 2:1; 38:7 ) mas nunca lemos a respeito dos "filhos dos anjos". Os anjos sempre são descritos como varões, porém na realidade não tem sexo, não propagam sua espécie ( Lc 20:34-35 ).
       Várias passagens das Escrituras indicam que há um número muito grande de anjos (Dn 7:10; Mt 26:53; Sl 68:17; Lc 2:13; Hb 12:22), e são repetidamente mencionados como exércitos do céus ou de Deus. No Getsêmani, Jesus disse a um discípulo que queria defendê-los dos que vieram prendê-lo: "Acaso pensas que não posso rogar ao meu pai, e ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos"? ( Mt 26:53 ). Portanto, seu criador e mestre é descrito como "Senhor dos Exércitos".
       É evidente que eles são criaturas e portanto limitados e finitos. Apesar de terem mais livre relação com o espaço e o tempo do que o homem, não podem estar em dois ou mais lugares simultaneamente.
3.3- São seres racionais morais e imortais.
       Aos anjos são atribuídas características pessoais; são inteligentes dotados de vontade e atividade. O fato de que são seres inteligentes parece inferir-se imediatamente do fato de que são espíritos (2 Sm 14:20; Mt 24:36 , Ef 3:10; 1 Pe 1:12; 2 Pe 2:11). Embora não sejam oniscientes, são superiores ao homens em conhecimento (Mt 24:36) e por ter natureza moral estão sob obrigação moral; são recompensados pela obediência e punidos pela desobediência.
       A Bíblia fala dos anjos que permanecerem leais como "santos anjos" ( Mt 25:31; Mc 8:38; Lc 9:26; At 10:22; Ap 14:10) e retrata os que caíram como mentirosos e pecadores (Jo 8:44; 1 Jo 3:8-10).
        A imortalidade dos anjos está ligada ao sentido de que os anjos bons não estão sujeitos a morte (Lc 20:35-36), além de serem dotados de poder formando o exército de Deus, uma hoste de heróis poderosos, sempre prontos para fazer o que o Senhor mandar ( Sl 103:20; Cl 1:16; Ef. 1:21; 3:10; Hb 1:14) enquanto que os anjos maus formam o exército de Satanás empenhados em destruir a obra do Senhor (Lc 11:21; 2 Ts 2:9; 1 Pe 5:8 ).
        Ilustrações do poder de um anjo são encontradas na libertação dos apóstolos da prisão ( At 5:19; 12:7) e no rolar da pedra de mais de 4 toneladas que fechou o túmulo de Cristo (Mt 28.2 )

4. A classificação dos anjos

4.1- Anjos bons e anjos maus
       Há pouca informação sobre o estado original dos anjos. Porém no dia de sua obra criadora Deus viu tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Pressupõe-se que todos os anjos tiveram um boa condição original (Jo 8:44; 2 Pe 2:4; Jd 6 ). Os anjos bons são chamados "anjos eleitos" (1 Tm 5:21) e evidentemente receberam graça suficiente para habilitá-los a manter sua posição de perseverança, pela qual foram confirmados em sua condição e agora são incapazes de pecar . São chamados também de "santos anjos ou anjos de luz" (2Co 11:14). Sempre contemplam a face Deus (Lc 9:26), e tem vida imortal ( Lc 20:36 ). Sua atividade mais elevada é a adoração a Deus ( Ne 9:6; Fp 2:9-11; Hb 1:6; Jó 38:7; Is 6:3; Sl 103:20; 148:2 Ap 5:11).
4.2- Quatro tipos de anjos bons:
1. Anjos:
       Tanto no grego quanto no hebraico a palavra "anjo" significa "mensageiro". São exércitos como seres alados (Dn 9:21; Ap 14:6) para nos favorecer. Desde a entrada do pecado no mundo, eles são enviados para dar assistência aos herdeiros da salvação (Hb 1:14). Eles se regozijam com a conversão de um pecador (Lc 15:10), exercem vigilância protetora sobre os crentes ( Sl 34:7; 91:11 ), protegem os pequeninos (Mt 18:10), estão presentes na igreja (1 Tm 5:21) recebem aprendizagem das multiformes riquezas da graça de Deus ( Ef 3:10; 1 Pe 1:12) e encaminham os crentes ao seio de Abraão (Lc 16:22,23). A idéia de que alguns deles servem de anjos da guarda de crentes individuais não tem apoio nas Escrituras. A declaração de Mt 18:10 é geral demais, embora pareça indicar que há um grupo de anjos particularmente encarregado de cuidar das criancinhas. At 12:15 tampouco o prova, pois esta passagem mostra apenas que, naquele período primitivo havia alguns, mesmo entre discípulos, que acreditavam em anjos guardiães.
       Embora os anjos não constituam um organismo, evidentemente são organizados de algum modo. Isto ocorre do fato de que ao lado do nome geral "anjo", a Bíblia emprega certos nomes específicos para indicar classe de anjos. O termo grego "angelos" (anjos = mensageiros ) também e freqüentemente aplicado a homens (Mt 11:10; Mc 1:2; Lc 7:24; 9:52; Gl 4:14). Não há nas Escrituras um nome geral, especificamente distintivo, para todos os seres espirituais. Eles são chamados filhos de Deus, (Jó 1:6; 2:1) espíritos (Hb 1:14), santos (Sl 89:5,7; Zc 14:5; Dn 8:13 ), vigilantes (Dn 4:13,17). Contudo, há nomes específicos que indicam diferentes classes de anjos.

2. Querubins:
       São responsáveis pela guarda da entrada do paraíso (Gn 3:24), observam o propiciatório (Ex 25:18,20; Sl 80:1; 99:1; Is 37:16; Hb 9:5) e constituem a carruagem de que Deus se serve para descer à terra ( 2Sm 22:11; Sl 18:10). Como demonstração do seu poder de majestade, em Ez 1º e Ap 4º são representados simbolicamente como seres vivos em várias formas. Mais do que outras criaturas, eles foram destinados a revelar o poder, a majestade e a glória de Deus, e a defender a santidade de Deus no jardim do Éden, no tabernáculo, no templo e na descida de Deus à terra.

3. Serafins:
       Mencionados somente em Is 6:2,6, constituem uma classe de anjos muito próxima dos querubins. São representados simbolicamente em forma humana com seis asas cobrindo o rosto, os pés e duas prontas para execução das ordens do Senhor. Permanecem servidores em torno do trono do Deus poderoso, cantam louvores a Ele e são considerados os nobres entre os anjos.

4. Arcanjos:
       O termo arcanjo só ocorre duas vezes nas escrituras (1 Ts 4:16; Jd 9), mas há outras referências para ao menos um arcanjo, Miguel. Ele é o único a ser chamado de arcanjo e aparece comandando seus próprios anjos (Ap 12.7) e como príncipe do povo de Israel (Dn 10:13,21; 12.1). A maneira pela qual Gabriel é mencionado também indica que ele é de uma classe muito elevada. Ele está diante da presença de Deus ( Lc 1:19) e a ele são confiadas as mensagens de mais elevada importância com relações ao reino de Deus ( Dn 8:16; 9:21).
       Obs.:Principados, potestades, tronos e domínios: A Bíblia menciona certas classes de anjos que ocupam lugares de autoridades no mundo angélico, como principados e potestades (Ef 3:10; Cl 2:10), tronos (Cl 1:16), domínios (Ef 1:21; Cl 1:16 ) e poderes ( Ef 1:21 , 1 Pe 3:22). Estes nomes não indicam espécies de anjos, mas diferenças de classe ou de dignidade entre eles. Embora em Ef 1:21 a referencia parece incluir tanto anjos bons quanto os maus, nas outras passagens essa terminologia se refere definitivamente apenas aos anjos maus (Rm 8:38; Ef 6:12; Cl 2:15).

4.3- Anjos Maus
       Os anjos foram criados perfeitos e sem pecado, e como o homem dotado de livre escolha. Sob a direção de Satanás, muitos pecaram e foram lançados fora do céu (2 Pe 2:4; Jd 6). O pecado, no qual eles e seu chefe caíram foi o orgulho. Alguns tem pensado que a ocasião de rebelião dos anjos foi a revelação da futura encarnação do Filho de Deus e a obrigação deles o adorarem.
        Segundo as Escrituras, os anjos maus passam o tempo no inferno (2 Pe 2:4 ) e no mundo, especialmente nos ares que nos rodeiam. (Jo 12:31; 14:30; 2 Co 4:4; Ap 12:4,7-9). Enganando os homens por meio do pecado, exercem grande poder sobre eles (2 Co 4:3,4; Ef 2:2; 6:11,12); este poder está aniquilado para aqueles que são fieis a Cristo, pela redenção que ele consumou (Ap 5:9; 7:13,14).
       Os anjos não são contemplados no plano da redenção (1 Pe 1:12), mas no inferno foi preparado o eterno castigo dos anjos maus (Mt 25:41).
        Os anjos maus são empregados na execução dos propósitos de Satanás, que são opostos aos propósitos de Deus, e estão envolvidos nos obstáculos e danos contra a vida espiritual e o bem estar do povo de Deus.

5. A queda dos anjos

5.1- O fato da sua queda
       Tudo nos leva a crer que os anjos foram criados em estado de perfeição. No capitulo 1º de Gênesis, lemos sete vezes que o que Deus havia feito era bom. No ultimo versículo deste capitulo lemos "Viu Deus tudo o quanto fizera, e eis que era muito bom". Isso certamente inclui a perfeição dos anjos em santidade quando originalmente criados.
       Algumas pessoas acham que Ez 28:15 se refere a Satanás. Se for assim, ele é definitivamente mostrado como tendo sido criado perfeito. Mas diversas passagens mostram alguns dos anjos como maus (Sl 78:49; Mt 25:41; Ap 9:11; Ap 12:7-9). Isto se deve ao fato de terem deixado seu próprio principado e habitação apropriada (Jd 6) e pecado (2 Pe 2:4). Não há duvida que Satanás tenha sido o chefe da apostasia. Is 14:12 e Ez 28:15-17 parece lamentar a sua queda.
5.2- A época de sua queda
       Nas Escrituras não há referência de quando ocorreu a queda dos anjos, mas deixa claro que se deu antes da queda do homem, já que Satanás entrou no jardim na forma de serpente e induziu Eva a pecar (Gn 3).
5.3- A causa de sua queda.
        De acordo com as Escrituras o universo e a criatura eram originalmente perfeitos. A criatura tinha originalmente a capacidade de pecar ou não. Ela foi colocada na posição de poder fazer qualquer uma das duas coisas sem ser obrigada a optar por uma delas. Em outras palavras, sua vontade era autônoma.
       Portanto, conclui-se que a queda dos anjos se deu devido a sua revolta deliberada e autodeterminada contra Deus. Grande prosperidade e beleza parecem ser apontadas como possíveis causas. Em Ez 28:11-19, o rei de Tiro parece simbolizar Satanás e diz-se que ele caiu devido a essas coisas.
        Ambição desmedida e o desejo de ser mais que Deus parecem ser outra causa. O rei da Babilônia é acusado de ter essa ambição, ele também parece simbolizar Satanás (Is 14.13-14).
       Em qualquer um dos casos o egoísmo, descontentamento com aquilo que tinha e o desejo de ter tudo o que os outros tinham, foi a causa da queda de Satanás e de outros anjos que o seguiram.
5.4- O resultado de sua queda
       1.Todos eles perderam a sua santidade original e se tornaram corruptos em natureza e conduta (Mt 10:1; Ef 6: 11-12; Ap 12:9); 2.Alguns deles foram lançados no inferno e estão acorrentados até o dia do julgamento (2 Pe 2:4); 3.Alguns deles permanecem em liberdade e trabalham em definida oposição à obra dos anjos bons (Ap 12:7-9; Dn 10:12,13,20,21; Jd 9); 4.Pode também ter havido um efeito sobre a criação original. A terra foi amaldiçoada ao pecado de Adão (Gn 3:17-19) e a criação está gemendo por causa da queda (Rm 8:19-22). Não é improvável, portanto, que o pecado dos anjos tenha tido algo a ver com a ruína da criação original no capítulo 1º de Gênesis; 5.Eles serão, no futuro, atirados para a terra (Ap 12:8-9), e após seu julgamento (1 Co 6:3), no lago de fogo e enxofre (Mt 25:41; 2 Pe 2:4; Jd 6).

6. Os demônios

       As Escrituras não descrevem a origem dos demônios. Essa questão parece ser parte do mistério que rodeia a origem do mal. Porém, as Escrituras dão claro testemunho da sua existência real e de sua posição (Mt 12:26-28). Nos Evangelhos aparecem os espíritos maus desprovidos de corpos, que entram nas pessoas, das quais se diz que têm demônios. Os efeitos desta possessão se evidenciam por loucura, epilepsia e outras enfermidades, associadas principalmente com o sistema mental e nervoso (Mt 9:33; 12:22; Mc 5:4,5). O indivíduo sob a influência de um demônio não é senhor de si mesmo; o espírito fala através de seus lábios ou emudece à sua vontade; leva-o aonde quer e geralmente o usa como instrumento, revestindo-o às vezes de uma força sobrenatural.
       Quando examinam as Escrituras, algumas pessoas ficam em dúvida se os demônios devem ser classificados juntamente com os anjos ou não; mas não há dúvida de que na Bíblia, há ensino positivo concernente a cada um dos dois grupos.
       Ainda que alguns falem em "diabos", como se houvesse muitos de sua espécie, tal expressão é incorreta. Há muitos "demônios", mas existe um único "diabo". Diabo é a transliteração do vocábulo grego "diabolos", nome que significa "acusador" e é aplicado nas Escrituras exclusivamente a Satanás. "Demônio" é a transliteração de "daimon" ou "daimonion".
6.1- A natureza dos demônios
       1.São seres inteligentes (Mt 8:29,31; 1 Tm 4:1-3; 1 Jo 4:1 e Tg 2:19), possuem características de ações pessoais o que demonstra que possuem personalidade (Mc 1:24; Mc 5:6,7; Mc 8:16; Lc 8:18-31); 2.São seres espirituais (Lc 9:38,39,42; Hb 1:13,14; Hb 2:16; Mt 8:16; Lc 10:17,20); 3.São reputados idênticos aos espíritos imundos, no Novo Testamento; 4.São seres numerosos (Mc 5:9) de tal modo que tornam Satanás praticamente ubíquo por meio desses seus representantes; 5.São seres vis e perversos - baixos em conduta (Lc 9:39; Mc 1:27; 1 Tm 4:1; Mt 4:3); 6.São servis e obsequiosos (Mt 12:24-27). São seres de baixa ordem moral, degenerados em sua condição, ignóbeis em suas ações, e sujeitos a Satanás.
6.2- As atividades dos demônios
       1.Apossam-se dos corpos dos seres humanos e dos irracionais (Mc 5:8, 11-13); 2.Afligem aos homens mental e fisicamente (Mt 12:22; Mc 5:4,5); 3.Produzem impureza moral (Mc 5:2; Ef 2:2);

7. Satanás

7.1- Sua origem
       Alguns afirmam que Satanás não existe, mas observando-se o mal que existe no mundo, é lógico que se pergunte: "Quem continua a fazer a obra de Satanás durante a sua ausência, se é que ele não existe?"
       Satanás aparece nas Escrituras como reconhecido chefe dos anjos decaídos. Ele era originalmente um dos poderosos príncipes do mundo angélico, e veio a ser o líder dos que se revoltaram contra Deus e caíram. De acordo com as Escrituras, Satanás era originalmente Lúcifer ("o que leva a luz"), o mais glorioso dos anjos. Mas ele orgulhosamente aspirou a ser "como o Altíssimo" e caiu "na condenação (Ez 28:12,19; Is 14: 12-15). O nome "Satanás" revela-o como "o adversário", não do homem em primeiro lugar, mas de Deus. Ele investe contra Adão como a coroa da produção de Deus, forja a destruição, razão pela qual é chamado Apolion (destruidor), Ap 9:11, e ataca Jesus, quando Este empreende a obra de restauração. Depois da entrada do pecado no mundo ele se tornou "diabolos" (acusador), acusando continuamente o povo de Deus, Ap 12:10.
       Ele é apresentado nas Escrituras como o originador do pecado (Gn 3:1,4; Jo 8:44; 2 Co 11:3; 1 Jo 3:8; Ap 12:9; 20:2,10) e aparece como reconhecido chefe dos que caíram (Mt 25:41; 9:34; Ef 2:2). Ele continua sendo o líder das hostes angélicas que arrastou consigo em sua queda, e as emprega numa desesperada resistência a Cristo ao seu reino. É também chamado "príncipe deste mundo" (Jo 12:31; 14:30; 16:11) e até mesmo "deus deste século" (2 Co 4:4). Não significa que ele detém o controle do mundo, pois Deus é quem o detém, e Ele deu toda autoridade a Cristo, mas o sentido é que Satanás tem sob controle este mundo mau, o mundo naquilo em que está separado de Deus (Ef 2:2).
       Ele é mais que humano, mas não é divino; tem poder, mas não é onipotente; exerce influência em grande escala, mas restrita (Mt 12:29; Ap 20:2), e está destinado a ser lançado no abismo (Ap 20:10).
7.2- Seu caráter:
       Presunçoso (Mt 4:4,5); Orgulhoso (1 Tm 3:6; Ez 28:17); Poderoso (Ef 2:2); Maligno (Jó 2:4); Astuto (Gn 3:1; 2 Co 11:3); Enganador (Ef 6:11); Feroz e cruel (1 Pe 5:8).
7.3- Suas atividades:
1. A natureza das atividades:
       Perturbar a obra de Deus (1 Ts 2:18); Opor-se ao Evangelho (Mt 13:19; 2 Co 4:4); Dominar, cegar, enganar e laçar os ímpios (Lc 22:3; 2 Co 4:4; Ap 20:7,8; 1 Tm 3:7); Afligir e tentar os santos de Deus (1 Ts 3:5).
2. O motivo de suas atividades:
       Ele odeia até a natureza humana com a qual se revestiu o Filho de Deus. Intenta destruir a igreja porque ele sabe que uma vez perdendo o sal da terra o seu sabor, o homem torna-se vítima nas suas mãos inescrupulosas.
3. Suas atividades são restritas:
       Ao mesmo tempo que reconhecemos que Satanás é forte, devemos ter cuidado de não exagerar o seu poder. Para aqueles que crêem em Cristo, ele já é um inimigo derrotado (Jo 12:31), e é forte somente para aqueles que cedem à tentação. Apesar de rugir furiosamente ele é covarde (Tg 4:7). Não pode tentar (Mt 4:1), afligir (1 Ts 3:5), matar (Jó 2:6), nem tocar no crente sem a permissão de Deus.
7.4- Sua atuação
       Não limita sua operações aos ímpios e depravados. Muitas vezes age nos círculos mais elevados como "um anjo de luz" (2 Co 11:14). Deveras, até assiste às reuniões religiosas, o que é indicado pela sua presença no ajuntamento dos anjos (Jó 1:6), e pelo uso dos termos "doutrina de demônios" (1 Tm 4:1) e "a sinagoga de Satanás" (Ap 2:9).
       Freqüentemente seus agentes se fazem passar como "ministros de justiça" (2 Co 11:15).
7.5- Sua derrota:
       Deus decretou sua derrota (Gn 3:14,15). No princípio foi expulso do céu; durante a grande tribulação será lançado da esfera celeste à terra (Ap 12:7-9); durante o milênio será aprisionado no abismo (Ap 20:1-3), e depois de mil anos será lançado no lago de fogo (Ap 20:10). Dessa maneira a Palavra de Deus nos assegura a derrota final do mal.

Bibliografia:
Teologia Sistemática - 3ª edição - 1990
Louis Berkhof
Editora Luz para o Mundo

Teologia Elementar - 8ª edição - 1995
E.H. Bancroft, D.D.
Editora Batista Regular

Palestras Introdutórias à Teologia Sistemática - 3ª edição - 1994
Henry Clarence Thiessen
Editora Batista Regular

Conhecendo as Doutrinas da Biblia - 23ª edição - 1996
Myer Pearlman
Editora Vida

domingo, 21 de março de 2010

O Apocalipse Ilustrado

Mapa do mundo antigo, com a localização das sete igrejas — Apocalipse 1:11

O apóstolo João exilado na ilha de Patmos — Apocalipse 1:9

Uma voz o chama; ele vira-se para ver quem fala

A visão de Jesus glorificado — Apocalipse 1:12-20

A visão de uma porta no céu — Apocalipse 4:1

Visão do trono de Deus, dos quatro seres viventes e dos anciãos — Apocalipse 4:2-8

Os anciãos prostram-se e apresentam suas coroas diante do trono — Apocalipse 4:9-11

O anjo pergunta: Quem é digno de abrir o livro? — Apocalipse 5:1-4

O Cordeiro de Deus, o Leão da Tribo de Judá, é digno de abrir o livro — Apocalipse 5:5-14

Os quatro cavaleiros do Apocalipse — Apocalipse 6:1-8

As almas dos mártires debaixo do altar — Apocalipse 6:9-11

Grandes sinais nos céus — Apocalipse 6:12-17

144.000 israelitas são selados com o selo do Deus Vivo — Apocalipse 7:1-8

A grande multidão de salvos durante a Tribulação — Apocalipse 7:9-17

Os sete anjos preparados para tocar as trombetas- Apocalipse 8:1-5

Anjos caídos são libertados do poço do abismo; Abadom comanda as legiões — Apocalipse 9:1-12

O anjo e o livrinho — Apocalipse 10:1-11

As duas testemunhas mártires — Apocalipse 11:3-6

As duas testemunhas ressuscitam e ascendem aos céus à vista de todos — Apocalipse 11:7-14

A mulher sentindo as dores de parto e o Dragão — Apocalipse 12:1-5

Batalha nos céus; Miguel e seus anjos pelejam contra o Dragão e seus anjos — Apocalipse 12:7-12

A mulher recebe asas de águia para fugir da ira do Dragão — Apocalipse 12:13-14

O Dragão persegue a mulher — Apocalipse 12:15-17

O Dragão, a besta que emerge do mar e a besta de emerge da terra — Apocalipse 13

Os sete anjos com as sete taças da ira do Deus Todo Poderoso — Apocalipse 15

As sete pragas finais — Apocalipse 16:1-17

A grande meretriz montada sobre a besta — Apocalipse 17

O nome dele é Fiel e Verdadeiro; ele julga e peleja com justiça — Apocalipse 19:11-16

As duas bestas são lançadas no lago de fogo e enxofre — Apocalipse 19:20

O anjo forte incumbido de aprisionar o Dragão — Apocalipse 20:1-3

O Dragão é aprisionado no abismo — Apocalipse 20:2-3

Após os 1000 anos, o Dragão é libertado — Apocalipse 20:7-8

O Dragão é lançado no lago de fogo e enxofre — Apocalipse 20:10

O grande trono branco — Apocalipse 20:11-15

Os rolos dos livros são abertos — Apocalipse 20:12

O lago de fogo — Apocalipse 20:14-15

João é conduzido pelo anjo — Apocalipse 21:9

A Nova Jerusalém — Apocalipse 21:10-27

A muralha e as portas da cidade, feitas de pedras preciosas — Apocalipse 21:18-23

As ruas de ouro da cidade, o rio da vida e as mansões celestiais

Pat Marvenko Smith — Copyright 1982/1992 — Direitos reservados — http://www.revelationillustrated.com

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Bíblia Online

Bíblia Online

Plano da Salvação

Se você tem uma Bíblia, leia os versículos relacionados abaixo para comprovar cada um dos cinco itens deste plano da salvação. É importante que você faça isso, pois as minhas palavras e idéias hão de passar, "mas a palavra de Jesus não passarão" (Mt.24:35).


TODOS PECARAM 
Gênesis 8:21; I Reis 8:46; II Crônicas 6:36; Salmos 51:5; Provérbios 22:15; 20:9; Eclesiastes 7:20; 8:11; 9:3; Ezequiel 22:29,30; Jeremias 3:17; 4:4,18,22; 5:23; 7:24; 8:3; 17:9; Gênesis 6:5; Romanos 3:23; 5:19; Marcos 7:21; Tiago 1:14; Romanos 11:32; I João 1:10; Romanos 3:10-18.

Não há nenhum ser humano neste universo que não seja pecador. O pecado é hereditário. Os homens não são pecadores porque pecaram, mas pecam porque são pecadores, isto é, já nasceram do pecado: "Eis que em iniqüidade fui formado e em pecado me concebeu minha mãe" (Sl.51:5). Como o pecado é hereditário, ele passa a todos os homens, de modo que não há nenhum no mundo que seja santo: "Na
verdade, que não há homem justo sobre a terra, que faça bem, e nunca peque"
(Ec.7:20). Você é um pecador! 


TODOS ESTÃO CONDENADOS 
Gênesis 3:19; Ezequiel 18:4; Jeremias 6:16-19; Isaías 59:1-16; Lucas 12:4,5; Colossenses 2:13; João 3:18,36; Romanos 5:12,14,19; 6:23; Gálatas 3:10,11; Hebreus 9:27; Apocalipse 20:14,15; 21:8; Efésios 2:1; 2:5.

Uma vez que todos os homens são pecadores, então todos estão condenados diante de Deus, pois o pecado torna o homem condenável. Este fato nenhum homem pode negar, pois a condenação resultante do pecado é a morte: "Porque o salário do pecado é a morte..."(Rm.6:23). Pela morte todos passam; ela comprova que todos são pecadores. Homens considerados santos, que são venerados e adorados; homens
considerados deuses, que não puderam salvar a si mesmos da morte. Sobre todos pesa o vaticínio: "Pelo que por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram" (Rm.5:12). Você está condenado à morte!


HÁ UM SALVADOR 
Isaías 53:1-7; I Pedro 2:24; 3:18; João 3:16; Romanos 5:8; Atos 4:12; João 14:6; Isaías 43:25; Jeremias 31:34; Isaías 43:11; Lucas 2:11; João 4:42; I João 4:14; Judas 25; Romanos 4:25.

Evangelho significa "boas novas". Depois de tomar consciência de que você é um pecador e que sobre você pesa a sentença de morte, alegre-se, pois há uma boa nova para você. Há um Salvador que pode salvá-lo da morte! É esta a mensagem central do evangelho. Nós pregamos a morte (ou melhor, a justiça de Deus) apenas para que o homem procure a salvação. Se alguém não souber que está doente não procurará pelo remédio. Só procura por salvação quem sabe que está perdido. Por isso nossa intenção não é assustá-lo, mas conduzi-lo ao evangelho da salvação.

Jesus Cristo é o Salvador. Ele morreu para que tivéssemos vida. Ele pagou na cruz por todos os nossos pecados, para que ficássemos livre da condenação da morte. Mas esta oferta não é para todos, mas somente para todos aqueles que o confessarem somo Salvador e Senhor de suas vidas: "Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos serás salvo"(Rm. 10:9). Lembre-se de que um pecador perdido não pode salvar o seu próximo, pois não pôde salvar a si mesmo. Aqueles que os homens veneram e consideram como deuses não são de fato deuses porque eles também morreram: "Nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele"(Sl.49:7). Por isso anunciamos que só Jesus Cristo Salva: "E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos"(At. 4:12). Você precisa crer nisto de todo o seu coração! 


A SALVAÇÃO É PELA GRAÇA 
Salmos 49:7,8; Romanos 3:20; 4:4-8; 10:3; 11:6; Isaías 55:1; Apocalipse 22:17;
Efésios 2:8,9; Romanos 6:23; Isaías 59:6; 64:6; Atos 17:4,17; Tiago 2:10; Isaías
40:2; João 6:29; Tito 3:5-7; II Timóteo 1:9; Ezequiel 33:12,13; Jeremias 13:23;
Gálatas 2:16; 3:11.

As Escrituras são claras em afirmar que a salvação é um dom gratuito de Deus. É um presente. Não se pode obtê-la pelo esforço próprio. As melhores obras que fazemos, podem agradar ao próximo, e até mesmo a Deus, em certo sentido, mas são insuficientes para promover a salvação. Nossas obras de justiça são consideradas trapo de imundície: "Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós caímos como folha, e as nossas culpas como um vento nos arrebatam" (Is.64:6).

O batismo não salva, a guarda do sábado não salva, freqüentar igreja não salva, ler a Bíblia não salva, fazer caridade não salva, ser bonzinho não salva, ir à missa não salva, ser católico não salva, ser protestante não salva, ser batista não salva, ser adventista não salva, ser budista não salva, ser pastor não salva, ser padre não salva, ser monge não salva, nada, nada salva, exceto JESUS CRISTO! SÓ JESUS CRISTO SALVA! E não é pelas obras, mas pela graça de Deus, porque a salvação é um presente que o DEUS VIVO JESUS CRISTO nos dá: "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus.
Não vem de obras, para que ninguém se glorie"
(Ef.2:8,9). "...o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor" (Rm.6:23). Ou a recebemos humildemente, ou a recusamos e tentamos obtê-la por nós mesmos, infrutiferamente pelas obras. Se agirmos assim ofendemos a Deus, pois consideraremos sua obra incompleta e ineficiente e tentamos dar uma mãozinha a Deus, com nossos esforços. O plano de Deus é tão perfeito que até o mais miserável dos pecadores tem a chance de se salvar, apenas crendo e aceitando o presente de Deus, ao passo que se fosse pelas obras, apenas os bons se salvariam. Mas Jesus veio buscar pecadores, pois os sãos não precisam de médico. Mas todos aqueles que se reconhecem doentes espirituais hão de receber o médico de suas almas: "...todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que crêem no seu nome"(Jo.1:12). Você precisa receber a Jesus! 


A SALVAÇÃO É PELA FÉ 
Marcos 16:16; João 1;12; 3:16,18,36; 5:24; 6:35; 7:38,39; 11:25,26; Atos 10:43; 13:39; 15:9; 16:31; Atos 8:37; 26:18; Tiago 2:19; João 14:1; Romanos 10:8-10; 10:4; Romanos 5:1; Efésios 2:8; Hebreus 11:6.

A graça de Deus é a causa da salvação e a fé é o meio. Quando alguém troca o pneu de um carro, não dizemos que foi o macaco quem trocou o pneu, mas o dono do carro. O macaco foi o instrumento usado para fazer a troca. Desse modo o macaco foi o meio para trocar o pneu, mas a causa foi o homem que efetuou a troca. Embora se possa falar filosoficamente em outras causas, como o pneu furado, por exemplo, mas devemos entender que estamos falando da causa primária e não da causa imediata. É claro que vários fatores ocasionam a salvação, como o próprio fato de estarmos perdidos, ou o fato de ouvirmos a mensagem do evangelho, mas tudo isto são causas imediatas, e por assim dizer, tornam-se meios. A causa
primária é o próprio Deus, a sua graça, a sua vontade de salvar, o seu desejo e amor pela humanidade!
Em certo sentido podemos dizer que a graça é a parte de Deus e a fé é a parte do homem (embora a fé também seja um dom de Deus). Deus oferece gratuitamente a salvação, mas o homem tem a responsabilidade de acreditar, confiar e recebê-la. Você precisa crer em Jesus e em sua palavra! 


BASTA PEDÍ-LA 
Atos 2:21; Lucas 11:9-13; Jeremias 29:12,13; 33:3; Mateus 11:28; João 6:37.

Se você entendeu a mensagem, e deseja de fato e de verdade a salvação, então basta pedi-la a Deus. Lembre-se que é um presente, que Ele está disposto a dar a todos que lhe pedirem. Se pedimos então cremos que não podemos comprar e que necessitamos daquilo que pedimos. Mas se pedimos nos humilhamos perante Deus e Ele atende aos humildes. Se ele não quisesse dar não teria enviado Jesus para
morrer pelos pecadores: "...o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora"(Jo.6:37). Jesus disse: "Vinde a mim todos os que estais cansados..." (Mt.11:28). "O Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida" (Ap.22:17). "Pedí e dar-se-vos-á; buscai e achareis..." (Lc.11:9). "Ó vós todos os que tendes sede, vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço..." (Is.55:1). Você precisa pedir a Deus pela salvação! 

Direitos Autorais: Luiz Antonio Ferraz, 1997.

18 Estudos Bíblicos para Evangelismo e Discipulado

LIÇÃO 1 - EXISTE UM SÓ DEUS
A Bíblia diz que existe um único Deus. Tiago 2:19, Ef. 4
1- O Deus que Criou Todas as coisas, e que conduz a sua criação e sustenta - Gên. 1:1; Sal. 24:1
2- O Deus que criou o homem - Gên. 1:26,27; Gên. 2:21,22
3- O Deus que merece a adoração, a honra e o louvor da sua criação - Sal. 100:1-3; Sal. 96: 1-6
4- O Deus que perdoa e Salva - Isa. 55:6-7; João 3:16-1

LIÇÃO 2 - EXISTE UMA SÓ FÉ - Ef. 4:4
A fé é o único meio para a salvação do homem Ef. 2:8.  Ainda que o homem tenha a disposição para crer, a fé por si mesma não irá salvá-lo.
1- A fé que gera o senhorio de Cristo  - Atos 2:36; Efésios 4:5
2- A fé que gera arrependimento e conversão - Marcos 2:5; Marcos 1:15; Lucas 7:9
3- A fé que gera convicção na palavra de Deus e no seu amor - João 15:9-10; Tito 1:9
4- A fé que gera amor pelas almas perdida - IITim. 4:2; Atos 13:48
5- A fé que conduz o homem ao céus através de Jesus Cristo - João 14:1-3; Filipenses 3:20.

LIÇÃO 3 - EXISTE UM SÓ MEDIADOR - I Timoteo 2:5
Os homens precisavam de uma reconciliação com o Criador. Para que esta reconciliação se desse foi necessário que Jesus Cristo mediasse a aproximação entre o homem e Deus. Romanos 5:10
1- A humanidade necessitava de um mediador, que facilitasse o acesso a Deus - Gál. 3:20; I Tim 2:5; Heb. 12:24
2- Jesus é o mediador por Excelência. Eis a razão porque ele permanece vivo - Heb. 9:15; Heb 8:6
Os mortos não podem mediar, porque estão mortos. A ressurreição de Cristo o tornou mediador para sempre.
3- Jesus Cristo possuía uma natureza humana e outra Divina.
Natureza Divina: João 1:1-4, 14,18-I João 5:20;  Mateus 1:20,23.
Natureza Humana: Lucas 2:52; João 11:35
Jesus era 100% homem e 100% Deus. É o único e o mais perfeito mediador.

LIÇÃO 4 - EXISTE UM SÓ CAMINHO
Erroneamente o ditado popular diz: "Todos os caminhos conduzem a Deus" - João 14:6; Jeremias 32:39
1- Na época de Jesus existiam muitos credos que, pregavam e defendiam a crença em um só Deus. Más categoricamente Jesus afirmou que ele era o único caminho. João 15:4; Isaías 35:8; Salmos 16:11
2- O caminho para Deus é uma linha reta sem desvios, curvas ou ondulações - João 15:6; Salmos 18:30; Salmos 92:15
3- Vivamos numa época em que muitos são os "caminhos" mostrados aos homens, indicando Deus. Não se deixe seduzir por nenhum deles. Veja o que diz a Bíblia. Mateus 7:21-23; Prov. 14:12; Prov. 16:25

LIÇÃO 5 - O SEGUNDO NASCIMENTO
Os homens estão destinados a dois tipos de nascimento: o nascimento da carne e do sangue, ou seja, o nascimento de mulher e o nascimento do Espírito que é a transformação espiritual do homem. João 3:6-7
1- O primeiro nascimento é a concepção da natureza carnal do homem. Este é o primeiro nascimento - Jó 14:1; Salmos 51:5; Gálatas 4:29.
a- O nascimento segundo a carne traz consigo o vírus do pecado na vida humana. Romanos 5:12; Romanos 5:18-19
b- O nascimento segundo a carne significa pertencer a filiação adônica. I Cor. 15:48a
2- O segundo nascimento é a purificação e a justificação dos pecados mediante o arrependimento. - I João 3:9; I João 5:18
a- O segundo nascimento é a transformação da natureza carnal humana em natureza Espiritual. João 3:6-7
b- É a adoção do homem como filho de Deus mediante a aceitação de Cristo Jesus. João 1:11-13; Romanos 8:23; Gálatas 4:4-5; Efésios 1:5.

LIÇÃO 6 - OS FILHOS DE DEUS
Diferentemente do que muitos pensam Deus não possui muitos filhos legítimos. Apenas Jesus é o verdadeiro Legítimo e único filho de Deus. João 3:16; Lucas 3:22; Lucas 1:32
1- Os homens são criaturas e não filhos de Deus.
a- Deus criou o homem (Gen. 1: 27: 2:7)
b- Deus fez o homem para ser coroa da sua criação, para dominar sobre os animais. (Gen 2:19)
c- O homem é a obra prima de Deus. (Gen 1:26)
2- Os homens podem torna-se filhos de Deus não por filiação ou dessendência, mas unicamente por adoção. (Gal 4:4-5; Ef. 1: 4-5; Rom 8:15)
3- Os homens só podem ser aceito por Deus como filhos adotivos, se aceitarem Jesus Cristo. João 1:11-13
Só os homens que nasceram do Espírito Santo de Deus podem ser considerados filhos de Deus. Deus é Espirito e importa que os seus adoradores, o adorem em espírito e em verdade.

LIÇÃO 7 - SEGUNDA MORTE
O pecado gerou dois tipos de mortes: a morte física e a morte espiritual. A morte física está ordenado a todos os homens (Heb. 9:27). A morte espiritual apenas aqueles que não aceitaram, o filho de Deus como Senhor haverão de experimentar. A segunda morte é a ausência total de Deus.
1- O inferno é o local onde reina a segunda morte. A morte eterna. Mateus 25:41; Apocalipse 20:14-15. Os homens que não aceitaram a salvação de Jesus, experimentarão a segunda morte. Apocalipse 20:15; Apocalipse 21:8
2- A segunda morte, é a morte espiritual do homem. Mateus 10:28
3- Os salvos em Jesus Cristo não experimentarão a segunda morte. Apocalipse 2:11; Apocalipse 20:6; João 8:51; João 5:24

LIÇÃO 8 - A FÉ CRISTÃ
A fé é um dos principais fundamentos da religião cristã. Todo homem possue a capacidade de crer.
A Bíblia define a fé nestes termos: A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das que não se vêem. Hebreus11:2.
1- A fé cristã baseia-se nas Sagradas Escrituras. A bíblia.
a- Jesus Cristo sempre citou a Bíblia. Lucas 4: 1-13
b- Jesus Cristo sempre atestou a superioridade das Sagradas Escrituras. Mat. 22:29; Mateus, 24:35; João 5:39; João 10:35; II Timoteo 3:16.
2- Jesus Cristo é o Autor e o Centro da fé Cristã.
a- Ele é antes de todas as coisas. João 1:2-3; Col. 1:15-17
b- Ele é o anunciado pelos profetas. Mat. 1:21-22; Marcos 1:1-2; Lucas. 4: 14-21
c- Ele é o redentor da humanidade. Isaías 54:5; Romanos 3:24; Colossenses 1:14
3- A Ressurreição e a vida Eterna são as maiores esperanças da fé Cristã. I Cor. 15:20-22; I Cor 15:17-20
4- A Esperança Cristã está nos céus. João 14:1-3; Filip. 3:20; Hebreus 11:16.

LIÇÃO 9 - OS ENSINAMENTOS DE JESUS SOBRE DEUS.
1- Jesus ensinou que o homem deve crer em um único DEUS. Mateus 6:24
2- Jesus ensinou aos homens como falar com Deus através da oração. Mateus 6:9-15
-Não usar de vãs repetições: Mateus 6:7-8
3- Jesus ensinou que o AMOR é a suprema lei de DEUS. Mateus 5:44-48; Mateus 22:36-40
4- Jesus ensinou que DEUS não se agrada do pecado. João 8:34
-Deus enviou Jesus para vencer o pecado. João 1:29

LIÇÃO 10 - OS ENSINAMENTOS DE JESUS SOBRE O HOMEM
1- Jesus ensinou que os homens são criaturas de Deus. Marcos 16:15
- Jesus se refere a todos os HOMENS como sendo criados.
2- Jesus ensinou que os homens podem mudar de NATUREZA. João 3:5-7; Lucas 19:1-8
- O NOVO NASCIMENTO é a conversão do HOMEM. Atos 2:38; Marcos 1:15.
3- Jesus ensinou que os HOMENS precisam de salvação. Lucas 19:9-10; Mateus 18:11
4- Jesus ensinou que Deus cuida de toda a sua criação, inclusive do HOMEM. Mateus 6:26-34
5- Jesus ensinou que existe dois tipos de HOMENS.
-Os salvos: Mateus 25:31-34
-Os perdidos: Mateus 25:41; Mateus 25:46

LIÇÃO 11 - OS ENSINAMENTOS DE JESUS SOBRE O PERDÃO
1- Jesus ensinou que todos os homens precisam de PERDÃO. Lucas 6:37; Lucas 23:34
2- Jesus ensinou que não há limites para o perdão. Mateus 18:21-22
3- Jesus ensinou que o perdão é para todos que se arrependem. Atos 2:38; Marcos 1:15
4- Jesus ensinou que a prática do perdão deve ser exercida por todos. Mateus 5:38-39
O perdão é uma necessidade humana, Jesus, o filho de Deus veio ao mundo para que os homens despertassem para esta necessidade ESPIRITUAL.

LIÇÃO 12 - OS ENSINAMENTOS DE JESUS SOBRE A ORAÇÃO
I- Jesus ensinou que devemos orar particularmente com DEUS. Mateus 6:6; Mateus 6:17-18
2- Jesus ensinou a exaltarmos o nome de Deus ao orarmos. Mateus 6:9; João 17:1
3- Jesus ensinou a orarmos para que Deus supra as nossas necessidades. Mateus 6:11; Mateus 7:7-11
4- Jesus ensinou que através da oração devemos confessar os nossos pecados a Deus. Mateus 6:12; Mateus 6:14; I João 1:9
5- Jesus ensinou a orarmos também coletivamente. Mateus 18:19-20; Mateus 26:36-44
6- Jesus ensinou que devemos orar até pelos inimigos. Mateus 5:44-45

LIÇÃO 13 - ESTUDO SOBRE A VOLTA DO SENHOR JESUS
Texto Básico: Lucas 21:27
Jesus Cristo é o Salvador e o regenerador de todas as coisas. O Novo Testamento possue três mensagens distintas sobre Jesus. Toda a Escritura Sagrada tanto o Antigo Testamento como o Novo se cumpriu em Cristo.
- Jesus veio anunciado conforme os profetas do Antigo Testamento, nascido de uma virgem (Mateus 1:18-25).
- Jesus voltou para os céus (Atos 1:10-11)
- Jesus voltará a terra para consumar todas as coisas (Atos 1:11b; Lucas 21:27)
1- A volta de Jesus é a terceira mensagem profética do Novo Testamento.
- A volta de Jesus será para julgar os homens e os reinos da terra. (Apocalipse 20:12)
- Jesus na sua primeira vinda ao mundo dos homens, veio para salvar e não para julgar. (João 3:16-17)
2- A segunda vinda de Jesus será para julgar. Jesus aparecerá como juiz. (Atos 17:31)
- Hoje Jesus é o nosso advogado, más no seu retorno ele será um juiz que aplicará a justiça de Deus sobre toda a terra.
3- A volta de Cristo é o cumprimento das profecias do Novo Testamento.
- A volta de Jesus está para o Novo Testamento assim como o seu nascimento está para o Antigo.
4- O propósito da volta de Cristo. I Tess. 4:16-17; Mateus 25:40-41
5- A causa da volta de Cristo. Isaías 25:5-6

LIÇÃO 14 - A AUTORIDADE DE JESUS - TEXTO BÁSICO: MATEUS 28:18
Jesus é a autoridade legítima constituída por Deus. Em Jesus observamos todos os princípios que regem a verdadeira autoridade.
1- A autoridade de Jesus na terra.
a- Tem poder sobre a natureza. Marcos 4:39-41
b- Tem poder sobre as doenças. Luc. 6:19; Luc. 5:17
c- Tempoder sobre os demônios e satanás. Lucas 4:31-37; Mateus 4:10
d- Tem poder sobre a morte.João 11:25-26; Lucas 24:5-7
e- Tem poder sobre o pecado. Marcos 2:10-11; João 1:29

LIÇÃO  15 - O REINO DE JESUS - TEXTO BÁSICO: MATEUS 4:17
Jesus veio dos céus a terra para estabelecer um reino sem fronteiras, sem preconceitos, desprovido de Lei e escravidão. Jesus veio estabelecer o Reino dos céus, no coração dos homens.
1- O Reino de Jesus é de natureza Espiritual. Lucas 17:20-24; Mateus 19:23
2- O Reino de Jesus é caracterizado pela justiça e pelo amor. Mateus 6:10; Mateus 5:20
3- No Reino de Jesus não existe súditos más amigos e irmãos do Senhor Jesus. João 15:14; João 15:15
4- O Reino de Jesus é para sempre. É eterno. Apocalipse 22:5
5- O Homem deve buscar primeiro o Reino de Deus e a sua Justiça. Mateus 6:33; Lucas 12:31

LIÇÃO  16 - AS PROMESSAS DE JESUS - TEXTO BÁSICO: LUCAS 24:49
Jesus Cristo fez grandes promessas a sua igreja. Essas promessas feitas com a garantia de Deus foram estendidas tanto a Israel como a Igreja. O Reino dos céus move-se pela fé, e as promessas de Cristo para serem alcançadas até que prove a sua fé nelas.
1- As promessas de Jesus são verdadeiras.
a- Ele mesmo prometeu. João 14:1-3
b- Ele mesmo as recebeu do próprio Deus. Atos 1:4
2- As promessas de Jesus são para todos os homens.
a- Promessa de Paz. João 14:27
b- Promessa de vida eterna. João 11:25
3- As promessas de Jesus são Eternas. Mateus 24:35

LIÇÃO 17 - O SENHORIO DE JESUS. - TEXTO BÁSICO: ATOS 2:36
A Bíblia diz que Deus constituiu Jesus Cristo como Senhor de todas as coisas, em cima nos céus e em baixo na terra; Jesus é Senhor de toda a criação de Deus. Col. 1:16
1- Jesus é Senhor da vida humana. I João 5:12.
2- Jesus é Senhor da História Profética Bíblica.
a- Toda profecia apontava para Jesus.
b- Ele é a Revelação máxima de Deus. I João 5:20
3- Jesus é Senhor do mundo Espiritual e material.
a- Material: Sl. 24:1, João 1:2-3
b- Espiritual: Col. 1:16, Heb. 1:6.

LIÇÃO  18 - A REVELAÇÃO BÍBLICA
I - Introdução.
A Bíblia ensina que Deus é um Ser todo poderoso que revelou-se à sua criatura (o homem). Deus revelou-se ao homem devido a incapacidade e limitações do homem em descobrir Deus pelo seu próprio intelecto.  (Isaías 55:8-9)
A Bíblia Sagrada é a revelação de Deus para a humanidade. A Bíblia foi escrita de forma humana, mas sua autoria é divina. Esta Revelação de Deus à humanidade tem a finalidade de fazer o ser humano conhecer o grande amor de Deus, a sua justiça e o seu perdão.
- A Bíblia foi escrita por mais de Quarenta homens diferentes. Alguns desses homens foram príncipes, outros foram homens letrados; a exemplo de Paulo, Lucas e Isaías, outros ainda eram lavradores e boiadeiros e também pescadores como Pedro.
- A Bíblia diz que esses homens foram movidos pelo Espírito Santo para escreverem algo da parte de Deus. II Pedro 1:21